2016

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19 novembro 2014

dicas de poupança

com o Natal a aproximar-se, há já quem comece a pensar na ceia e no almoço de Natal, geralmente com a família reunida, e nos doces próprios da época. confesso que, à semelhança dos bolos de aniversário, sou adepta de fazer tudo em casa, porque, além de sabermos exatamente os ingredientes que usamos, podemos ainda encontrar soluções mais saudáveis para os típicos fritos de Natal. 
todas as idas ao supermercado, mas sobretudo esta, exigem algum método para não nos dispersarmos e não acabarmos com o carrinho cheio de coisas que não nos fazem falta. cá em casa, sigo algumas regras, que geralmente ajudam a que a conta seja mais comedida:

* primeiro, o óbvio: fazer uma lista de compras; se quiserem ir ao pormenor, respeitando a disposição dos produtos no supermercado, para não terem que andar para trás e para a frente, poupando tempo;
* ir às compras depois de comer; geralmente, escolho o horário imediatamente a seguir ao almoço, porque também tem menos gente;
* sempre que possível, optar por produtos de marca branca; eu gosto muito dos produtos alimentares do Pingo Doce e dos detergentes do Continente; excepção feita aos produtos de higiene, a maior parte das coisas que compro são de marca branca;
* ter uma ideia [se possível uma lista feita antecipadamente] das refeições da semana; como só faço compras uma vez por semana, garanto que trago tudo o que preciso para não ter que lá voltar;
* optar sobretudo por alimentos sazonais, que são, regra geral, mais saudáveis e baratos;
* verificar as datas de validade e, caso se justifique, as datas em que foram embalados [não é a primeira vez que vejo frutos vermelhos à venda, embalados há duas semanas], optando sempre pelos mais frescos;
* não optar por comprar alimentos frescos só porque estão em promoção; normalmente, as promoções que compensam são as dos detergentes ou produtos de higiene, porque não se estragam; tudo o resto, se não for consumido dentro dos prazos, acaba por ir para o lixo e assim não compensar o investimento;
* não encher demasiado a despensa e o congelador só porque os prazos de validade são mais alargados; é certo que estes alimentos são menos perecíveis [massas, arroz, enlatados, legumes e peixe congelados, etc.], mas acabamos por vezes por não ter noção de que os temos em casa e eles acabam por se estragar;
* pessoalmente, evito a zona das bolachas, chocolates, cereais açucarados e cafés porque praticamente não os consumo; o orçamento aumenta muitas vezes nestes pequenos "mimos", que não só não ajudam a carteira, como não fazem bem à saúde;
* levar um trolley ou sacos de casa, evitando ter que comprar sacos de plástico [sobretudo agora, que o valor vai aumentar consideravelmente... e pagar para fazer publicidade aos super e hipermercados, não obrigada], além de ajudarmos o ambiente.

estas são as minhas regras. aos poucos, dou-me conta de que efetivamente compensa ao fim do mês. claro que temos que contar que em épocas festivas, como a que se aproxima, a conta seja um pouco mais choruda, mas nada paga o prazer de termos à mesa coisas feitas por nós, com o carinho que nos merecem as pessoas de quem gostamos.

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